Categoria: Desenvolvimento Sustentável Publicado em Terça, 28 Maio 2013 22:54 Escrito por Redação InvestVida

Rio de Janeiro – A Justiça Federal anulou o contrato de concessão entre prefeitura carioca e a empresa que administra a Marina da Glória, na zona sul da cidade, ligada ao grupo EBX, do empresário Eike Batista. O juiz da 11ª Vara Federal no Rio, Vigdor Teitel, alegou que a Empresa Brasileira de Terraplanagem e Engenharia fez uso indevido das instalações para a exploração dos serviços com finalidade comercial privada, no espaço da Marina da Glória, dissociadas das atividades náuticas.
A decisão, que ainda cabe recurso, inviabiliza o projeto de revitalização da Marina da Glória, prevista para o segundo semestre deste ano. Dentre as modificações, estão a construção de um shopping, um centro de convenções em um área que desalojaria 200 embarcações. O projeto é alvo de protestos dos proprietários das embarcações.
A Marina da Glória, construída no Parque do Flamengo está tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico da União (Iphan) desde de 1984, e tem por finalidade utilizar o espaço à vocação natural e náutica. Em sua decisão, o juiz explica fica evidente o “desvirtuamento da destinação natural da área e aponta para a realização no local de feiras de moda, exposição e venda de veículos automotivos, eventos de música e dança exposições sobre estágios e carreiras, bem como campeonato de carros com som de maior potência”.
A empresa REX, responsável pelo projeto, informou, em nota, que acompanha o processo, originado em 1999. “A empresa, respeita a decisão do tribunal e está acompanhando o andamento, entende que é uma decisão em primeira instância que hoje não produz efeitos imediatos na concessão atual da Marina [da Glória] até que sejam julgados todos os recursos nas esferas judiciais cabíveis”.
Da agência Brasil
Última atualização em Terça, 28 Maio 2013 22:56
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Categoria: Desenvolvimento Sustentável Publicado em Terça, 07 Maio 2013 18:04 Escrito por Ailton Oliveira

O presidente da APAS, João Galassi, destacou as expectativas do evento. "A Feira é muito importante para a economia do País. Para esta edição, o nosso objetivo é gerar negócios na ordem de R$ 5,5 bilhões. No ano passado, atingimos a marca dos R$ 5 bilhões", afirmou.
O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, representou o governo do estado. Durante o evento, ele falou sobre a importante conquista da sociedade com a nova lei de informação de impostos na nota fiscal e também do relevante papel dos supermercados, nas informações prestadas aos consumidores.
Em seu discurso durante o evento, o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Fernando Yamada, relembrou as últimas edições da Feira. "Das 29, já estive em mais de 15 APAS. Além de ter grande importância para o setor, este evento hoje é referência para todo o Brasil, com foco em negócios e com excelente organização em qualidade e conteúdo", destacou.
O presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Galassi, informou que os estabelecimentos paulistas devem ter faturamento de R$ 80 bilhões em 2013, o que representará uma alta real, deflacionada pelo IPCA, de 4% ante 2011. Em termos nominais, o incremento será de 10%. Em 2012, os supermercados de São Paulo tiveram uma receita bruta de R$ 72,9 bilhões, aumento real de 5,9% ante 2011 e nominal de 10,9% na mesma base de comparação, representando 1,7% do PIB nacional. A Apas quer encerrar o ano com 17 mil lojas no Estado, ante 16.442 estabelecimentos em 2012.
O Capitalismo Consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que as melhores empresas do mundo estão adotando. Essas empresas são guiadas por um conjunto de valores que promove a prosperidade e a interligação de toda a cadeia de valor para atingir metas mais amplas de maneira justa e equilibrada.
O conceito vai além da responsabilidade social. É uma visão ampla da sustentabilidade. O Capitalismo Consciente existe para elevar o ser humano e se materializa à medida que é aplicado a pequenas, médias e grandes empresas, gerando relações de valor com harmonia e transparência, além de trazer uma visão humana para criar vínculos emocionais entre os stakeholders.
O tema é uma evolução dos modelos de gestão que se deu longo dos anos, em que o cruzamento dos benefícios socioambientais com os benefícios econômicos resulta em um valor compartilhado por toda a cadeia do abastecimento. Os pilares que fundamentam o conceito do Capitalismo Consciente são:
Propósito elevado: fortes valores que vão além do lucro e que inspiram, envolvem e energizam o empresário, bem como os colaboradores e consumidores, que, engajados, confiam e até mesmo amam essas empresas.
Cultura consciente: cultiva o amor e o cuidado e desenvolve uma relação de confiança entre os membros da equipe da empresa e seus investidores. Em algumas das empresas mais bem-sucedidas e amadas, a cultura consciente parece ser palpável, pois é baseada em confiança, integridade e transparência.
Liderança consciente: o papel do líder consciente é servir ao propósito da organização para buscar o que há de melhor em seus colaboradores, promovendo transformações positivas e agregando valor para consumidores e investidores.
Orientação para todos os envolvidos no negócio: empresas conscientes maximizam retornos para todos os envolvidos em seu negócio — colaboradores, consumidores, comunidade, governo e investidores — e entendem que, tendo todos envolvidos e engajados, é possível formar uma empresa forte, saudável e sustentável.
Com informações da Assessoria.
Última atualização em Terça, 07 Maio 2013 18:31
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Categoria: Desenvolvimento Sustentável Publicado em Terça, 30 Abril 2013 23:47 Escrito por Sebrae

Cuiabá - Inaugurado em 14 de abril de 2011, o Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), que dissemina o conhecimento e a cultura do desenvolvimento sustentável em 700 unidades da instituição em todo país, completou três anos nesse domingo (14). A unidade localizada em Cuiabá (MT) recebeu cerca de 5,6 mil visitas técnicas nacionais e internacionais. O site do CSS tornou-se referência e já contabiliza uma média de 1,5 mil acessos por dia. Na página, os empresários contam com cases de sucesso, dicas e orientações para tornar a empresa sustentável, cartilhas e informações gerais sobre sustentabilidade.
Nesta segunda-feira (15), o CSS sedia o 3º Seminário de Sustentabilidade, que reúne empresas, gestores do Sebrae e acadêmicos para discutir o tema e compartilhar experiências.O gerente de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, Enio Pinto, também integrante do Fórum de Sustentabilidade, destacou a importância da unidade. “Hoje, o Centro de Sustentabilidade cumpre um papel estratégico e capta tudo o que há de vanguarda no tema, gerando conhecimento e traduzindo a sustentabilidade para a realidade da micro e pequena empresa”, diz.
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ampliar Rodrigo Lorenzon
Seminário Sebrae de Sustentabilidade
Para aumentar a rentabilidade nos pequenos negócios, o Sebrae oferece hoje aos empresários uma nova ferramenta para apoiar o atendimento em sustentabilidade, além de fornecer informações e dados sobre o tema para auxiliar na tomada de decisões. A novidade é o Sistema de Inteligência Setorial (SIS) – Sustentabilidade, desenvolvido pelo Sebrae em Santa Catarina em parceria com o Centro Sebrae de Sustentabilidade.
O SIS veicula mensalmente relatórios de inteligência classificados em dois tipos: sintético, sobre temas significativos; e analítico, de caráter prático. Os relatórios estão disponíveis para interessados gratuitamente na web, nos endereços www.sebrae-sc.com.br/sis e www.sustentabilidade.sebrae.com.br. O material trata de temas como Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Como introduzir a geração de resíduos sólidos nos negócios.
A ferramenta digital foi implantada em 2007, voltada inicialmente para o atendimento de empresários dos setores de vestuário, apicultura, calçados femininos, móveis de madeira e leite. Como o tema sustentabilidade é universal, poderá auxiliar e subsidiar empreendedores de todos os setores.
Última atualização em Terça, 30 Abril 2013 23:47
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Categoria: Desenvolvimento Sustentável Publicado em Quarta, 24 Abril 2013 15:39 Escrito por Agencia Brasil -

Lisboa - O governo brasileiro espera apoio de Angola, Cabo Verde, da Guiné-Bissau, de Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e do Timor Leste à candidatura do embaixador Roberto Carvalho de Azevedo ao cargo de diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). O diplomata brasileiro se reuniu ontem (8), em Lisboa, com o Comitê de Concertação Permanente da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e também visitou o chanceler português Paulo Portas.
“Há uma imensa simpatia pela candidatura brasileira. As expectativas são muito boas”, disse Azevedo ao final da tarde, após terminar os encontros na capital portuguesa. “[Os países da CPLP] têm proximidade de visões comerciais e na participação nos organismos multilaterais e [mantêm] uma tradição de atuação articulada”, acrescentou.
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O secretário-executivo da CPLP, o embaixador moçambicano Murade Isaac Miguigy Murargy , mostrou-se empenhado e prometeu “agir”. O diplomata explicou que após a apresentação de Roberto Azevedo à CPLP as representações “vão transmitir” aos seus respectivos governos as pretensões brasileiras.
O apoio da CPLP foi decisivo para a eleição em 2011 do brasileiro José Graziano ao posto de diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), lembrou Murargy. Ele ressaltou a “capacidade de articulação política e diplomática” da comunidade devido aos Estados-Membros terem participação e influência em respectivos organismos regionais, como a União Africana, a União Europeia e o Mercosul.
O apoio dos organismos regionais pode ser fundamental em uma disputa que tem nove candidatos. Em 2005, quando o Brasil lançou a candidatura do embaixador Luiz Felipe de Seixas Corrêa ao mesmo cargo houve mal-estar diplomático no Mercosul por causa da concorrência com candidatura uruguaia de Carlos Pérez del Castillo, que recebeu de imediato apoio argentino.
Desta vez, os concorrentes regionais do Brasil são o México (Herminio Blanco) e a Costa Rica (Anabel González). Para o embaixador Roberto Azevedo, a concorrência regional pode ser positiva. “Isso enriquece o processo, pois apresenta candidaturas que mostram visões distintas e particulares. Também demonstra que a América Latina como um todo está tentando contribuir para o enriquecimento do sistema multilateral.
Além dos três países latino-americanos, têm candidatos a Nova Zelândia – que já ocupou o posto –, a Coreia do Sul, Indonésia, Jordânia, Gana e o Quênia.
O brasileiro foi o último a apresentar a candidatura (31 de dezembro de 2012). O rito da eleição é bastante demorado, vai até o final de maio, e todas as representações diplomáticas da OMC deverão indicar inicialmente três candidaturas pelas quais simpatizem. As decisões na OMC são tonadas por consenso das 155 representações. O mandato do futuro diretor-geral começa em setembro. A diplomacia russa já admitiu à Agência Brasil apoiar o candidato brasileiro.
O embaixador Roberto Azevedo é diplomata desde 1984 e atua na OMC desde 1998. Ele é o principal negociador brasileiro em questões-chave como a retomada da Rodada Doha, tratado de liberalização comercial travado desde 2005. “Não tenho uma solução pronta para destravar o impasse da rodada. Mas muitas das vezes em que ajudei a desbloquear uma negociação eu também não tinha uma solução pré-concebida”, disse no lançamento de sua candidatura na sede da OMC em Genebra.
Edição: Talita Cavalcante
Última atualização em Quarta, 24 Abril 2013 15:42
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